domingo, 2 de janeiro de 2022

2022 será o ano da tua vitória!

Caro cristão, se alguém te disser: "2022 será o ano da tua vitória!"


Responda: Estás atrasadíssimo, o ano da vitória do cristão foi o ano 33d.C, quando o SENHOR JESUS disse: Está consumado! E ao terceiro dia ressuscitou.


📖 Mas graças a Deus, que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo.(1 Coríntios 15:57)


Por isso, independente das circunstâncias, os cristãos são mais do que vencedores todos os dias, meses e anos, e continuaremos sendo mais do que vencedores por toda a eternidade, por Aquele que nos amou. 


📖 Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou.(Romanos 8:37)


Isaias Cordeiro. 

segunda-feira, 29 de novembro de 2021

ATÉ O DIABO CRÊ EM DEUS?

Em nenhum lugar das Escrituras Sagradas diz que até o Diabo CRÊ em Deus.


Satanás, seus anjos e os DEMÔNIOS sabem da EXISTÊNCIA DE DEUS, mas nunca creram e nunca crerão para a salvação, não há salvação para eles, todos esses seres estão sentenciados a condenação eterna no Lago de fogo e enxofre, onde serão lançados e passarão a eternidade.


Ouvimos pessoas dizendo que "até o Diabo crê e estremece, mas não obedece". 


O versículo 19 da epístola de Tiago capítulo 2 as vezes é citado erroneamente por alguns para embasar a ideia de que o Diabo também CRÊ em Deus, mas o que o texto realmente diz é que OS DEMÔNIOS até acreditam na EXISTÊNCIA DE DEUS como sendo UM, e sabemos pela revelação das Escrituras que verdadeiramente DEUS É UM e se revela através das três Pessoas da Divindade, ou seja, Pai, Filho e Espírito Santo.


📖 * Tu * crês que Deus é um. Tu fazes bem. Os demônios até acreditam e tremem. (Tiago 2:19) vJND


O aspecto de crer para a salvação Em Cristo é diferente, envolve a FÉ de Nosso SENHOR JESUS Cristo, Senhor da glória (Tg 2:1), FÉ do Filho de Deus (Gl 2:20), FÉ que uma vez foi dada aos SANTOS (Jd 1:3), FÉ que VEM DE DEUS, é dom de Deus (Ef 2:8).


Essa FÉ em Deus e no SENHOR JESUS, o Diabo, seus anjos e os demônios nunca tiveram e nunca terão.


Isaias Cordeiro

quarta-feira, 10 de novembro de 2021

Pergunta: O que acontece com uma pessoa que conheceu e ouviu o evangelho, frequentou uma denominação evangélica, foi batizada, cantava na igreja e depois se desviou e foi para o mundo cantar músicas mundanas para as multidões, ficou famosa e depois foi a óbito? Minha pergunta principal é se ela ainda foi salva.

Resposta: Se ela ouviu o evangelho da GRAÇA e creu no SENHOR JESUS ela foi salva no exato momento em que creu! O fato dela ter frequentado ou deixado de frequentar uma denominação evangélica não muda nada, nas Escrituras Sagradas não existe nenhuma denominação evangélica dessas milhares que foram fundadas pelos homens sem a ordem e sem a aprovação de Deus. 


O fato dela ter sido batizada apenas introduziu ela na profissão cristã, não foi por causa do batismo que ela foi salva ou deixaria de ser salva caso não fosse batizada, o homem é salvo pela graça de Deus (Favor imerecido), por meio da fé em Cristo, e isso não vem de homem algum, é dom de Deus, também não vem das obras humanas, mas da eficaz e perfeita obra do SENHOR JESUS realizada na cruz. 


O fato dela ter cantado músicas gospels individualmente na "igreja" que ela frequentava também não tem nada disso escrito nas Sagradas Escrituras, pois a Palavra ensina que quando os crentes salvos são reunidos pelo Espírito Santo Ao Nome do SENHOR JESUS, todos UNÂNIMEMENTE devem louvar e cantar hinos a Deus.


Quanto ao fato dela ter se "desviado" ou abandonado a frequência das reuniões da tal denominação evangélica, e como você disse ido para o mundo, se realmente ela creu no SENHOR JESUS, independente de onde ouviu e creu no evangelho, ela não perdeu a salvação, pois um salvo que o SENHOR JESUS salvou, NUNCA NEM JAMAIS PERDERÁ A SALVAÇÃO.


Quanto a ter cantado músicas mundanas como vc disse e ficado famosa, tudo isso foi porque Deus permitiu, lembra da parábola do filho pródigo? Atente que eu disse: DEUS PERMITIU, não disse que Deus consentiu ou concordou. O homem é responsável diante de Deus pelos seus atos, Deus é Soberano, mas existe a responsabilidade humana.


Quanto a ter ido a óbito, pra ir a óbito basta apenas uma coisa: estar vivo, qualquer um de nós, inclusive as crianças, podem ir a óbito. Todavia quando se trata dos FILHOS DE DEUS, todos eles estão SOB JULGAMENTO GOVERNAMENTAL DE DEUS, apesar que tudo e todos estão nesse aspecto sob julgamento governamental divino.


Sendo assim, Deus pra livrar alguns dos seus filhos de continuarem dando mal testemunho na Terra as vezes intervém tirando a vida física da pessoa, e colocando um fim em sua jornada aqui na Terra, mas isso Deus faz justamente pelo amor e cuidado que Ele tem com àqueles que lhe pertencem. 


Mas quanto a SALVAÇÃO, a salvação é intocável, pois por ser um DOM DE DEUS, Deus não se arrepende de ter salvado, portanto novamente digo que se um dia essa pessoa verdadeiramente creu em Cristo, independente de batismo, boas obras, frequência ou abandono a denominações, voz afinada ou desafinada, fama, status, posição social, vida ou morte, SE ELA CREU NO SENHOR ELA É (foi salva, está salva) SALVA.


Isaias Cordeiro 

sábado, 17 de abril de 2021

TER OU NÃO TER FILHOS? EIS A QUESTÃO.


Nos dias atuais talvez a maior dúvida que impera nos corações dos jovens casais cristãos é: ter ou não ter filhos? Tudo é motivo para esperar. Esperar concluir a faculdade, esperar dar certo aquela carreira de sucesso, esperar por uma casa maior, esperar por melhores condições financeiras. Esperar, esperar e esperar. Mas o tempo não espera, o nosso relógio biológico vai nos envelhecendo dia após dia. E a cada dia que passa o sonho de ter filhos vai ficando cada vez mais longe. E agora? Esperar a pandemia passar? A verdade é que se for para esperar nosso mundo corrompido melhorar, nunca teremos filhos. E viver num mundo corrompido pelo pecado, com pandemias, crises financeiras, guerras e desempregos, ninguém quer isso para seus filhos.


Mas o que a Palavra de Deus diz a respeito em ter filhos em tempos difíceis? Começamos por Noé. Ele teve três filhos em um período onde o Senhor viu que “a maldade do homem se multiplicara sobre a terra e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente.” - Gênesis 6:5. Se você acha que as pessoas nos dias atuais são más, imagine viver em uma época onde todos os pensamentos dos homens eram inclinados para a maldade ao ponto de Deus se arrepender de ter criado o homem “Então arrependeu-se o Senhor de haver feito o homem sobre a terra e pesou-lhe em seu coração.” - Gênesis 6:6. Nem preciso me prolongar aqui sobre as dificuldades e tribulações que Noé e sua família devem ter passado por viverem naquele período. E mesmo assim Noé conseguiu criar três filhos, sendo que até um deles (Sem) fez parte da linhagem de Jesus Cristo.


Vamos agora falar da época de Moisés. Imagine ter um filho homem em uma região onde o Faraó havia decretado a todo povo do Egito que “todos os filhos que nascerem lançareis no rio” - Êxodo 1:22. Com certeza aquela hebreia nunca imaginou que o seu filho nascido em tempos tão difíceis viria a ser usado futuramente por Deus para libertação dos Hebreus.


E por último vamos ao exemplo de Maria. Teve um filho na época em que o Império Romano dominava e era muito pobre, com poucos recursos financeiros, a ponto de  o menino Jesus ter nascido em um estábulo de animais, pois não havia lugar para eles na estalagem - Lucas 2:7.


Em todas as ocasiões, mesmo em tempos extremamente difíceis, os pais tiveram filhos, obedecendo à ordem dada por Deus em Gênesis 1:28 “Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra”.


Outra característica predominante em todos os exemplos citados, foi o exercício deles com o Senhor. Como escreveu um irmão que já partiu e está com o Senhor (Norman Berry, Chater-a-day, #315) “Onde Deus guia, Ele providencia.”.


E você continua com dúvidas quanto a ter ou não ter filho? E se o seu filho for predestinado por Deus para levar as Boas Novas para milhares de pessoas? Pode ocorrer também que com a vinda iminente do Senhor Jesus para nos levar, pode ser que nem dê tempo para serem completados os nove meses, quando então o casal somente verá o seu filho são e salvo na presença do Senhor.


Não quero definir aqui nenhuma doutrina, sobre ter ou não ter filho. Que fique bem claro aqui que esse é um exercício pessoal que cada casal deve exercer com o Senhor. A finalidade deste texto é apenas trazer à luz a Palavra de Deus sobre a questão.


Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas. - Mateus 6:33


Kleber C. B.

 

quinta-feira, 8 de abril de 2021

NÃO FUJA DO SEU PASSADO



Quem nunca sofreu pelo passado? Quem nunca olhou para trás e se arrependeu das coisas que fez? Das oportunidades que deixou passar, do tempo que perdeu, das pessoas que magoou, ou das pessoas que o magoaram? Alguns sofrem por um passado doloroso, outros sofrem por um passado glorioso. Um negócio que deu certo. Uma carreira bem sucedida numa grande empresa. Mas agora tudo que resta são lembranças. 


Independente de em qual passado você se encaixa, viver no passado sempre traz dores e sofrimentos. Às vezes, nosso orgulho nos faz soltar uma frase do tipo: “não me arrependo de nada”, "se voltasse no passado, faria tudo de novo". O que nada mais é do que uma maneira de tentar camuflar para si mesmo as dores do passado através das palavras.


E se fossemos investigar o passado da humanidade, começando lá no Jardim do Éden, onde a humanidade se originou? Homem e mulher desfrutavam da presença de Deus. E quando lemos o capítulo 3 de Gênesis nos deparamos com a parte mais triste e dolorosa de toda história humana, a queda do homem. A desobediência no Éden fez com que o pecado entrasse na humanidade corrompendo o nosso DNA, inclinando nossos corações para a maldade, dores, sofrimentos, velhice e consequentemente a morte. E desde então "porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus" (Rm 3:23). E o homem tem sofrido as dores do pecado em toda a sua história. Por causa do pecado a humanidade se tornou o que ela é hoje: corrupta, egoísta, violenta e longe da presença de Deus.


Mas há um lado bom de olharmos para o passado da humanidade. É quando percebemos o quão pecadores somos e a necessidade que temos de um Salvador. Por isso, hoje temos uma enxurrada de filmes de heróis, que nada mais são do que a alma dos autores clamando por um Salvador.


Outro lado bom de olharmos para o passado é vermos que o problema do pecado já foi resolvido. Deus enviou Seu Filho ao mundo como um homem, para receber o juízo pelos nossos pecados na cruz e ressuscitar para a nossa justificação. E desde então todo aquele que creu em Jesus Cristo como o seu Senhor e Salvador, teve os seus pecados apagados para sempre e está pronto a morrer, ressuscitar e ficar eternamente na presença do Senhor Jesus Cristo, nosso salvador.


E você vai continuar sofrendo pelo seu passado?

Creia no Senhor Jesus HOJE, pois hoje é o dia da sua salvação.


"Como é feliz aquele que tem suas transgressões perdoadas e seus pecados apagados!"


Salmos 32:1


Kleber C. B.

 

terça-feira, 12 de maio de 2020

Nota de falecimento


Há alguns dias acordei de madrugada com muita falta de ar. Preocupado fiquei sentado na cama testando meus pulmões, respirando profundamente. O ar entrava com muita dificuldade e comecei a entrar em pânico. Comecei a me perguntar: será que contraí o COVID-19? Então, pensei em acordar minha esposa para me levar no médico. Foi quando imaginei os hospitais, com suas UTIs lotadas de pacientes lutando pela vida. Por incrível que pareça, só de pensar em ir para o hospital, comecei a melhorar. Felizmente não era o COVID-19, foi apenas um susto, um pequeno pânico que tive. Acho que ando muito preocupado com meu emprego, minhas contas, meus pais já idosos, etc. Aliás quem não está?

Talvez eu tenha que desligar um pouco a televisão. Na verdade, não gosto muito de televisão, só ligo mesmo para assistir noticiários. Mas ultimamente as notícias têm sido um verdadeiro pesadelo psicológico. Todos os dias a mídia nos passa relatórios e mais relatórios de quantos já foram contaminados e quantos já partiram. Isso que eles nem começaram a passar o relatório de quantos já perderam seus empregos. No momento só as notas de falecimento estão em alta.

Na empresa onde trabalho, antes do COVID-19, quando um funcionário ou algum parente próximo morre, o RH costuma enviar um e-mail geral com o título "Nota de falecimento", informando o nome da pessoa, horário e local do velório. Quando a pandemia do COVID-19 começou, fiquei imaginando quantas mensagens iríamos receber de notas de falecimento por causa vírus. Mas felizmente, até agora não houve nenhuma mensagem.

Lembro-me que antes do início da pandemia, quando ainda recebia alguns e-mails do RH com o título "Nota de falecimento". As vezes comentava com meus colegas: - "mais um que partiu para o outro lado, mais um que sabe a verdade". Como resposta um silêncio pairava no ar. Afinal, ninguém pensa em partir para o outro lado. Todos nós queremos curtir a vida em paz, sem nos incomodarmos com essa verdade. Mas não adianta fugir, cedo ou tarde todos nós passaremos por isso. E o início dessa pandemia nos trouxe à tona essa verdade.

Lembrei-me da conversa que Pilatos teve com Jesus antes da crucificação. Após Jesus ter dito que Ele nascera para dar testemunho da verdade, e que todo aquele que é da verdade ouve a voz dEle, Pilatos perguntou: "Que é a verdade?" (João 18:38).

"Que é a Verdade?" (João 18:38)

A verdade é que Pilatos estava diante dAquele onde todas as coisas foram feitas por intermédio dEle, e, sem Ele, nada do que foi feito se fez (João 1:3).

Diante dAquele que ao assumir a forma humana, ficou em uma condição temporária de inferioridade se comparado aos anjos (Hebreus 2:9). Porém em nenhum momento Ele deixou de ser Deus, onipotente, onisciente, onipresente.

Diante dAquele que em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos. (Atos 4:12)

A verdade é que toda essa crise pela qual estamos passando é reflexo de uma Terra condenada pelo pecado. Administrada por uma raça humana caída, pecadora e condenada. Somos pecadores merecedores do juízo de Deus. Ele precisa julgar o pecado. Podemos fazer muitas coisas boas mas elas não apagam os nossos pecados. Não quitam a nossa dívida para com Deus.

A verdade é que, por mais difíceis que as coisas estejam aqui na Terra, nada se compara com o que virá depois, para aqueles que ainda não creram em Jesus como seu Senhor e Salvador.

A verdade é que necessitamos de um Salvador e somente Jesus pode nos salvar. Ele morreu em nosso lugar, levou o juízo de Deus em nosso lugar e ressuscitou para nos dar a salvação, por graça!

Jesus salva da condenação do pecado. Tudo que nós temos que fazer é crer nEle e entregar nossas vidas a Ele.

Por isso eu digo e repito: Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa. (Atos 16:31)

Kleber C. B.

quarta-feira, 6 de maio de 2020

QUARENTENA

Desde o início de nossas vidas vivemos numa quarentena. A nossa casa do dia-a-dia chama-se Terra. Não podemos sair daqui, estamos presos. Qualquer tentativa de saída  deste planeta, mesmo que seja por meio de uma nave espacial, não seria uma boa ideia. Sair da quarentena da Terra, seria o mesmo que vagar por aí dentro de uma nave num universo sombrio, frio e altamente agressivo para nossa saúde.

Mas existe outra maneira de sairmos da Terra, que é através da nossa morte física. Como toda quarentena em época de pandemia, um dia acaba.

Toda quarentena tem suas etapas, com seus desafios, testes e momentos de meditação e aprendizagem. Como as quarentenas que Moisés passou em sua vida aqui na Terra. Ele viveu 120 anos (Dt 34:7), que podemos dividir em três quarentenas: 40 anos no Egito, 40 anos peregrinando na terra de Midiã, e 40 anos de travessia pelo deserto (At 7:20-40).

Vamos analisar a seguir os aspectos de cada uma delas:

Primeira quarentena: 40 anos no Egito (achando que era alguma coisa).

Todo início é uma festa, até o início de uma quarentena. Nos primeiros 40 anos de vida, Moisés foi educado em toda a ciência dos egípcios, estava no auge de sua forma física. Cheio de energia e disposição, era poderoso em palavras e obras. O início de nossa quarentena não é diferente. Logo no início as empresas já deram férias para seus funcionários. Com tempo sobrando e no conforto de nossas casas, começamos a desfrutar do nosso "não fazer nada o dia inteiro", para colocar os filmes e séries em dia. Todos fazendo seus próprios horários, comendo de tudo e a qualquer hora. Apesar de presos, há uma falsa sensação de liberdade.

Segunda quarentena: 40 anos peregrinando na terra de Midiã (aprendendo que não era nada).

Na segunda parte da quarentena, a festa acaba, começam as responsabilidades e os desafios. As más notícias de colegas desligados e redução dos salários nas empresas começam a trazer à tona a nova realidade. Os mesmos filmes e séries já não têm mais graça. A mesma comida já não atrai nosso paladar. Começamos a inventar coisas para fazer. Moisés cansado do Egito, teve a ideia de visitar seus irmãos, e na boa intenção de defender um homem que estava sendo tratado injustamente, acaba matando um egípcio, sendo criticado duramente por isso. Moisés acaba fugindo, tornando-se peregrino na terra de Midiã. Ali ele aprendeu que não era nada.

Terceira quarentena: 40 anos no deserto (descobrindo que Deus era tudo).

Chegamos à última parte da quarentena, que é a melhor parte, quando a quarentena vira um deserto e não vemos a hora de sair dela. Moisés está no deserto, sentindo um imenso vazio dentro de si, e nada mais o atrai. É nesse cenário que ele ouve a voz do Senhor: "Eu sou o Deus dos teus pais" (Atos 7:32). Em contato com Deus, Moisés chegou a ver um pouquinho da terra prometida, antes de partir da quarentena da Terra. Essa é a grande diferença em terminar a vida com Jesus como seu Senhor e Salvador. Você se sente protegido, não há dúvidas em seu coração. Sua alma descansa no Senhor.

Se você ainda não crê, pergunto: e a sua quarentena como anda? Virou um deserto onde nada mais tem graça para você? Sua vida ficou sem sentido? O que você acha que virá depois de sua quarentena aqui na Terra? Você já parou e se perguntou? O que há depois da morte?

Um dia perguntei para um colega, o que ele achava da vida após a morte, e ele me respondeu: - não sei, ninguém nunca voltou para contar. Então eu disse: - você está errado, um homem já voltou para contar, Jesus, e passou quarenta dias com as pessoas que creram nEle.

Jesus se sujeitou à quarentena aqui na Terra por você. Acredite, está escrito, quem falou mais sobre o outro lado da vida, foi Jesus. Foi Ele também que falou mais sobre inferno do que qualquer outro personagem da Bíblia. E porquê Ele fez isso? Porque é algo muito sério, é onde você irá passar a eternidade caso parta dessa vida.

Acredite, do outro lado só há dois caminhos: com ou sem Jesus. Sem Jesus, você passará uma eternidade aterrorizante, cheio de dor e sofrimento, sem nenhuma esperança. E com Jesus, uma eternidade cheia de gozo e paz com Ele.

Se você ainda não crê em Jesus como seu Senhor e Salvador, é sua responsabilidade crer nEle agora. É aqui na quarentena da Terra que decidiremos onde passaremos a eternidade.

Lembre-se, o problema não é a vida, mas o que virá depois dela.

Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa. (Atos 16:31)

Kleber C. B.

segunda-feira, 6 de abril de 2020

Devo estocar comida?

Sim, claro que você deve estocar comida. Principalmente agora nesse momento tão complicado que estamos passando pela pandemia causada pelo Covid-19.

Vamos lá, primeiro vá à prateleira, não do mercado, de sua casa mesmo, onde você guarda seus livros. Pegue aquela bíblia guardada, toda empoeirada que você ganhou faz tempo de um crente, lembra? Agora abra em Mateus 4:4, veja o que Jesus disse: Está escrito: 'Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus.

Isso mesmo, a Palavra de Deus também é um alimento. Um alimento muito mais importante do que aqueles que comemos fisicamente, que só nos garante vida para esse breve período aqui na Terra. A Palavra de Deus é um alimento que pode nos dar vida eterna, basta crer. Vou dar umas dicas de como estocar essa comida.

Agora leia em Romanos 3:23: Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus. Isso mesmo, todos nós somos pecadores e já nascemos destituídos da glória de Deus. Bastou um pecado para Adão e Eva serem expulsos do paraíso.

Agora olhe para trás e veja quantos pecados você vem acumulando durante toda a sua vida. Pense, caso aconteça o pior nesse momento difícil, de partirmos daqui por causa do Covid-19, ou de qualquer outro problema futuro que possa ocorrer. Não podemos entrar no céu sendo pecadores, o problema não é a vida, mas o que virá depois dela. A bíblia nos alerta que não existe nada pior na vida do que morrer sem Cristo.

Você pode estar sentindo esse alimento um pouco amargo até agora, mas não se preocupe agora vem a parte doce. Abra em João 3:16: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” Isso mesmo, olhe que alimento doce e maravilhoso. Deus entregou o seu Filho unigênito, para levar os nossos pecados na cruz, e o ressuscitou para a nossa justificação.

Você consegue crer nisso? Se sim, você estará se alimentando da melhor comida que alguém possa experimentar em toda a sua vida, pois disse Jesus em João 6:48: Eu sou o pão da vida. Isso significa que Ele é imprescindível para todos aqueles que desejam ter vida eterna e comunhão com Deus. E a melhor coisa que um ser humano possa desfrutar nessa vida é ter comunhão com Deus. Paz com Deus, não com o mundo.

Crendo verdadeiramente que Jesus Cristo é o seu Senhor e Salvador, o Espírito Santo irá habitar em você. Ele abrirá um celeiro em sua alma, onde você poderá armazenar da melhor comida que um ser humano possa experimentar em toda a sua vida: a Palavra de Deus.

Então você poderá desfrutar diariamente desse alimento tão precioso. Poderá armazená-lo o quanto quiser, e irá desfrutar da paz de Deus, como está escrito em Filipenses 4:7: E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos pensamentos em Cristo Jesus. 

Kleber C. B.

sábado, 11 de janeiro de 2020

Bem-sucedido


Como é difícil levar as boas-novas para uma pessoa bem-sucedida. Como dar boas notícias, para uma pessoa que não tem má notícia? Como compartilhar mensagens de consolo, para uma pessoa que já é consolada pelos colegas de trabalho, amigos e família? Como levar uma mensagem de salvação, para uma pessoa que não se sente em perigo? Como levar boas notícias para uma pessoa que já vive com o que a vida pode oferecer do bom e do melhor? É impressionante como as riquezas deste mundo podem deixar uma pessoa totalmente indiferente em uma vida temporária. Indiferente da necessidade de um salvador. Disse Jesus: Quão dificilmente entrarão no reino de Deus os que têm riquezas! Porque é mais fácil entrar um camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico no reino de Deus.1

Quando o apóstolo Paulo declarou que: todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus2, ele disse TODOS, indiferente de sua classe social. Do menor ao maior, do mais pobre ao mais rico, não interessa. TODOS pecaram e destituídos estão da glória de Deus, e por isso, necessitam de um Salvador.

O conforto e a “segurança” que a riqueza pode proporcionar, acabam por deixar a pessoa anestesiada em sua vida temporária. A pessoa acaba esquecendo de que a qualquer momento ela pode partir desta vida, e não poderá levar nada que conseguiu. Suas riquezas nesta vida não valerão de nada para conforto, segurança e paz, quando esta passar para do outro lado. O problema não é a vida, e sim, o que virá depois dela.

Se você é bem-sucedido e está lendo esse texto agora, aproveite para refletir sobre esse assunto. Imagine você, bem-sucedido, usufruindo do que a vida pode lhe oferecer do bom e do melhor, e quando partir, ainda poder usufruir do que há de melhor do outro lado. Ou seja, uma vida de total paz, segurança e regozijo, com o Senhor e Salvador Jesus Cristo na eternidade.

Então não perca tempo. Você não sabe o dia de amanhã. Garanta o hoje e o amanhã também. Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa.3

Kleber C. B.

Os textos bíblicos são: 1) Lucas 18:24,25; 2) Romanos 3:23; 3) Atos 16:31.

sexta-feira, 30 de agosto de 2019

Como se preparar para o apagão mundial

Um famoso canal de economia postou uma imagem de sua revista com uma capa preta com o título "O mundo em 2019". Não demorou muito para circular na internet rumores sobre um possível blackout mundial que poderá ocorrer a qualquer momento. Sem perder tempo, caçadores de conspirações postaram vários vídeos lincando a capa da revista, com os vários apagões ocorridos nesse ano na Venezuela, Uruguai, Argentina, Reino Unido e Nova Iorque, e também com vídeos sobre filmes e desenhos animados que alertam de maneira indireta sobre um possível blackout mundial. Mas, enfim, e se for verdade? Como se preparar para um evento como esse?

Bem, as pessoas nem se dão conta, mas já estamos passando por um blackout mundial. Um apagão muito mais sério e perigoso do que aquele alertado pelos caçadores de conspirações. Estamos passando por um terrível apagão moral e espiritual, onde os homens são egoístas, avarentos, presunçosos, arrogantes, blasfemos, desobedientes aos pais, ingratos, ímpios, sem amor pela família, irreconciliáveis, caluniadores, sem domínio próprio, cruéis, inimigos do bem, traidores, precipitados, soberbos, mais amantes dos prazeres do que amigos de Deus, com aparência de piedade, mas negando a eficácia dela, conforme já havia alertado nas Sagradas Escrituras em 2 Timóteo 3:1-5.

Mas o problema não é nem o apagão moral e espiritual que estamos presenciando em vida, mas sim, no blackout eterno que irá ocorrer após a vida, para aqueles que não crerem em Jesus verdadeiramente como seu Senhor e Salvador. Esse sim será o maior blackout pelo qual uma pessoa poderá passar, uma vida eterna em totais trevas, completamente isolado e separado de Deus.

Para passar por um blackout de grandes proporções você precisa de uma boa lanterna, estocar comida, água, precisa de um lugar seguro e principalmente estar em boa companhia. Acredite, Deus já providenciou tudo isso para que você não passe pelo blackout eterno. Na Bíblia você encontra a sua lanterna "Lâmpada para os meus pés é tua palavra, e luz para o meu caminho” (Sl 119:105), encontra comida e água "E Jesus lhes disse: Eu sou o pão da vida; aquele que vem a mim não terá fome; e quem crê em mim nunca terá sede". Você terá um consolador, "aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito” (João 14:26) e, para fechar com chave de ouro, Ele providenciará um abrigo, um bunker, não subterrâneo, um local celestial, muito mais seguro: "Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar.” (João 14:2). E sem contar que você nem precisará se preocupar com transporte, pois o Senhor diz: "Virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também.” ( João 14:3).

Então, não perca tempo, você não sabe o dia de amanhã, não perca essa oportunidade de salvação de algo muito mais sério do que você possa imaginar. Salvação de um apagão eterno.

“Então levou-os para fora e perguntou: ‘Senhores, que devo fazer para ser salvo?’ Eles responderam: ‘Creia no Senhor Jesus, e serão salvos, você e os de sua casa’.” (Atos 16:30,31).

Kleber C. B.

publicado no YouTube em: https://youtu.be/NAMJsqVdPPs
narrado por: Rodolpho Bonesso

terça-feira, 25 de junho de 2019

CHERNOBYL

Na madrugada de 26 de abril de 1986, ocorria o acidente nuclear mais desastroso da história da humanidade. Trinta e seis horas após o acidente, as autoridades soviéticas iniciaram uma rápida evacuação de aproximadamente 50 mil pessoas numa zona de 10 quilômetros, que incluía a pequena cidade de Pripya, a mais próxima da usina. Além do perigo de contaminação radioativa, havia o risco de ocorrerem outras explosões, com potencial suficiente para a destruição total daquela região. Mesmo sem ter o pleno conhecimento da gravidade da situação, os moradores da cidade entraram nos ônibus de evacuação sem hesitar. E tudo isso aconteceu por causa de um homem, que após um teste frustrado de temperatura no reator, deu ordens para aumentar a temperatura sem obedecer as normas de segurança.

Hoje, as pessoas vivem numa situação parecida. Elas não imaginam a gravidade da situação que é viver aqui na Terra. Também pelo pecado de um homem, Adão, toda a humanidade está contaminada. O perigo do pecado é igual ao da radiação. Ele é invisível, não tem cor, cheiro, mas está dentro de nosso DNA, envelhecendo nossas células, nosso corpo, contaminando nossos pensamentos e nos levando à morte. E o pior, muitas pessoas não têm ideia do que está por vir. A Terra passará por uma tribulação como nunca antes houve em toda a humanidade. E as notícias ruins não param por aí, o problema não é a vida aqui na Terra, mas sim, o que virá depois dela, a vida na eternidade.

Assim como a ex-União Soviética tentou abafar toda aquela situação catastrófica, o príncipe desde mundo (Satanás) tenta de qualquer maneira abafar a gravidade do que está por vir, cercando o homem de todo e qualquer tipo de entretenimento e atividades desnecessárias, criando um falso clima de que "está tudo bem", "não se preocupem com nada", etc. Mas não podemos deixar de lado os alertas que temos na Palavra de Deus.

A boa notícia é que Deus já providenciou um plano de Salvação. Ele amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna (Jo. 3:16). Então, não espere a "radiação" do pecado começar a arrebentar seu corpo com doenças e velhice, para depois começar a acreditar de que realmente tem algo de errado contigo e com o mundo, e que precisa de um Salvador. Confesse agora que é um pecador e que precisa de um Salvador.

"Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa."
(At.16:31).


por Kleber C. B.


sábado, 15 de dezembro de 2018

A Teoria da Evolução

Era hora do almoço, estávamos eu e o meu Gestor em nossos computadores, compartilhando o silêncio da sala vazia. Pensava eu, em como iniciar uma conversa que pudesse compartilhar da grande obra de Cristo na cruz. Sem nada em mente, resolvi ir direto ao assunto. Perguntei para o meu Gestor se ele era cristão. Bem brevemente ele respondeu um sim. Então prossegui a conversa: - Que legal! Então você crê na grande obra de Cristo que levou os nossos pecados na cruz, e ressuscitou... Ele me cortou antes que pudesse concluir a palavra ressuscitou, dizendo que acreditava que Jesus existiu, que foi um grande homem, assim como Napoleão Bonaparte e outros grandes homens que conhecemos.

Tentei continuar a conversa explicando sobre a divindade de Jesus, mas não teve jeito, papo vai e papo vem, ele disse que não acreditava na Bíblia, que as histórias da Bíblia são fábulas, que é improvável que o homem tenha vindo do pó, que acreditava na teoria da evolução. Dois colegas que retornavam do almoço, entraram no assunto sobre a teoria da evolução, e ficaram os três tentado me converter ao evolucionismo. Vendo que a minha tentativa de evangelizar tinha ido por água abaixo, aproveitei os minutos finais do meu almoço para ficar em silêncio, apenas ouvindo eles. Afinal, eles estavam em maior número, e eu não queria gastar munição, "jogando pérolas em focinho de porcos" (Mt 7:6).
Percebi então o quão diabólica é a teoria da evolução. Ela praticamente coloca o homem no mesmo nível da criação, exclui a queda do homem no Éden, exclui a necessidade de um Salvador, coloca Jesus no mesmo patamar de Napoleão, e ainda tira Deus do cenário, deixando o homem completamente à mercê de sua própria “evolução”. Quão triste é para o coração do homem crer nessa teoria.
Comecei a meditar sobre a origem do evolucionismo. Lúcifer criou um protótipo da teoria da evolução quando quis “evoluir” e ser como Deus. Depois ele enganou Adão e Eva no Jardim do Éden com a mesma ladainha de “teoria da evolução” de ser igual a Deus. Se Deus não tivesse expulsado os humanos do Jardim do Éden, a teoria da evolução pregada pela serpente teria praticamente extinguido a raça humana. Deus teve que seguir um caminho totalmente contrário ao evolucionismo, deixando toda a Sua glória, esvaziando-se a si mesmo, humilhando-se a si mesmo, descendo abaixo dos anjos, fazendo-se semelhante aos homens para salvá-lo. 
Se você está nessa de evolução e anda decepcionado, triste por não estar evoluindo como deveria, ou se você acha que já evoluiu tudo que deveria e mesmo assim anda preocupado, de que um peixe grande possa engolir você, não se preocupe, todos nós nascemos com esse vazio em nossas almas, e não é necessidade de evolução. Só Deus pode preencher esse vazio, pois todos nascemos com o DNA do pecado, destituídos da glória de Deus. Mas Deus já corrigiu essa falha nessa sua ideia de “evolução”, entregando seu filho na cruz. Jesus o homem perfeito. Deus e homem, 100% perfeito. Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. (Mateus 11:28)
Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo. E tudo isto provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por Jesus Cristo. (2 Co 5:17).
Mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens; (Filipenses 2:7)
E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz. (Filipenses 2:8)
Vemos, porém, coroado de glória e de honra aquele Jesus que fora feito um pouco menor do que os anjos, por causa da paixão da morte, para que, pela graça de Deus, provasse a morte por todos. (Hebreus 2:9)
Kleber C. B.

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

E assim caminha a cristandade

Era domingo, eu feliz da vida, voltando para casa com minha esposa, após ter participado das reuniões com os irmãos reunidos ao nome do Senhor. Havia almoçado com eles, e estava feliz também por não ter o trabalho de preparar o almoço e lavar as louças ao chegar em casa. Ao me aproximar da estação tubo Hipólito da Costa para pegar o ônibus, uma simpática senhora nos parou pedindo ajuda para pagar a passagem. Ela disse que havia “rezado” pedindo ajuda a Deus, e que Ele havia nos apresentado. Paguei a passagem da senhora sem problemas.
Quando entrei na estação, aproveitei o momento para entregar um folheto evangelístico para aquela senhora. Para minha surpresa ela não aceitou. Logo fiquei preocupado com a condição espiritual daquela senhora. Perguntei para mim mesmo, para quem aquela senhora estava “rezando” pedindo ajuda? Ela rapidamente me perguntou qual igreja eu frequentava. Percebendo que ela queria ganhar tempo, fui direto falando que igreja não salva, que quem salva é Jesus. Ela insistiu novamente querendo saber qual igreja eu frequentava. Respondi que não frequentava nenhuma igreja, que só me reunia ao nome do Senhor Jesus, pois só Jesus salva. Ela fez uma cara de desconfiada e questionou: "Como assim?". Sem tempo para explicações ofereci novamente o folheto, e ela novamente negou dizendo que já tinha suas próprias convicções sobre Jesus.
O ônibus se aproximava e eu aproveitei os minutos finais para fazer uma última tentativa. Não havia tempo para explicar detalhadamente a grande obra salvadora de Jesus, tinha que tentar entregar o folheto para, pelo menos, ela ter a oportunidade de lê-lo no ônibus. E ela negou minha última investida, dizendo novamente que já tinha suas próprias convicções sobre Jesus. Perguntei rapidamente se ela cria verdadeiramente em Jesus, ela rapidamente respondeu que tem dia que sim, e dia que não. O ônibus chegou, abriu as portas e ela entrou olhando para trás ainda conversando comigo. Só tive tempo de falar para ela que ainda há tempo para crer em Jesus, que hoje é o dia para crer, e as portas do ônibus se fecharam, cortando em definitivo a nossa comunicação. O ônibus dela seguiu adiante e eu fiquei parado, imóvel, com o folheto na mão.
O cobrador da estação que havia presenciado toda a cena. Viu que eu havia ajudado aquela senhora com a passagem e depois assistiu todas as minhas investidas para tentar entregar um único folheto, quase que completando meus pensamentos, disse que é assim que as pessoas agem hoje em dia, elas só querem saber das bênçãos de Deus, não querem conhecê-lo de verdade. E assim caminha a cristandade.

Kleber C. B.

domingo, 21 de janeiro de 2018

Na casa do fariseu - J.G.Bellett

Lucas 7:36-50

Esta cena na casa do fariseu é de grande valor moral. Ela nos mostra que nada além de nossos pecados pode, real e verdadeiramente, nos prover acesso a Jesus. A admiração por Ele como Mestre, ou como Alguém que faz milagres, nunca fará com que nos encontremos com Ele da maneira que Deus quer. É só o pecado e a consciência deste que pode nos levar verdadeiramente ao Filho de Deus; pois Ele é um Salvador, e como tal nos foi enviado pelo Deus bendito. Nicodemos foi encontrar-se com Ele vendo-O como um fazedor de obras poderosas; mas Nicodemos deve nascer de novo, deve receber dEle uma outra imagem, antes de poder aproximar-se dEle corretamente.

O mesmo acontece com este fariseu. Está claro que não foi como um pecador que aproximou-se de Jesus. Ele foi atraído, amavelmente atraído também, por algo que havia visto ou escutado dEle, e prepara-Lhe uma festa. Mas há outra pessoa na casa que se aproxima dEle por um caminho totalmente diferente. Ela é uma pecadora da cidade, e são seus pecados que a levam a Ele. E ela prepara-Lhe outra festa; e é desta, e não da ceia do fariseu, que o Senhor realmente participa. As lágrimas que derramou, a unção e os beijos que ela dá em Seus pés, compõem a festa da qual o Senhor participa, enquanto todos os caros alimentos providos pelo anfitrião nem são mencionados.

Isso tudo é algo muito precioso. É o pecador quem verdadeiramente provê a festa e a companhia que Jesus deseja. Nem a mesa do fariseu, nem seus amigos, podiam atrair o Senhor. Só a fé que O recebe como Salvador é que pode preparar uma mesa para o Filho de Deus neste mundo desértico. E posso ver que, em todos os lugares onde a conversão de Levi, o publicano, é registrada, sempre nos é dito em seguida que ele preparou uma ceia para o Senhor em sua casa. Pois ele era um daqueles aos quais Jesus desceu dos céus resplandecentes a fim de visitar. Ele era um publicano, um pecador assumido e reconhecido no mundo como tal; e Jesus era o Salvador. Foi, portanto, a fé de um assim que abriu a porta e recebeu o Senhor, que O fez sentir-Se bem-vindo no caráter que Lhe é apropriado, enquanto tudo mais só ajuda a mantê-Lo do lado de fora.

É nosso gozo podermos conhecer isto e crer. E quando iniciamos como pecadores na companhia de um Salvador, então nossa jornada é muito mais maravilhosa e gloriosa do que se poderia imaginar; pois nossos pecados nos levam a Cristo, e então Cristo nos leva ao Pai. E que caminho este! Ele vai desde os lugares mais distantes e escuros da criação, onde reinam o pecado e a morte, e sobe até os mais altos céus, onde amor e glória habitam e resplandecem para sempre. Os anjos possuem sua própria e imaculada esfera onde se movem, mas nunca trilharam um caminho como este. A Igreja passa das trevas de um pecador para a maravilhosa luz de Deus, e nunca houve nada assim antes; e ninguém mais além de um pecador consciente do valor do Filho de Deus pode compreender isto.

E vejo, por esta cena tão marcante, que este caráter de um pecador salvo pela graça do Filho de Deus, é algo feito notório até o final do trecho. Essa mulher muito amou, mas o amor dela, como pecadora, não foi o que lhe vale; é por isso que, no final, o Senhor lhe diz: "A tua fé" (e não 'teu amor') "te salvou: vai-te em paz" (Lc 7:50). Isto é algo que deve ser bem observado por todos nós, pois é de grande consolo. O fruto de nosso amor pode ser honrado diante de outros, como as lágrimas e a unção dessa pobre mulher são reconhecidas na frente do fariseu. Um copo de água fresca não perderá sua recompensa, se dado por amor a Cristo. Mas, perante a consciência do pecador, nada é reconhecido além do sangue, e a fé que descansa nele. É a fé, e não o amor, que nos leva em nosso caminho junto com eunuco em seu regozijo, ou nos diz, como aconteceu com esta pobre mulher, "Vai-te em paz". E quão doce é se render a Jesus e depender só dEle. Por mais elevada que a alma possa estar, por mais brilhante e imaculado que possa ser o andar, por mais profuso que seja o amor, e por mais ricas e variadas que sejam as experiências, como as de Davi ou Paulo, ainda assim Jesus, e Jesus só, é o único Salvador. A primeira coisa que Jesus faz é enviar em paz, e é a primeira confiança, e o primeiro gozo, que devem ser mantidos constantes até o fim.

Todavia não posso encerrar esta parte de nosso Evangelho, ou sair da casa do fariseu, de uma cena tão rica como esta, sem dar uma outra olhada. Pois parece-me que o grande conflito que é travado com frequência, o conflito entre a carne e o Espírito, ou entre as duas esposas, a escrava e a livre, foi ali mais uma vez testemunhado.

Pela transgressão, como aquela de Adão, a criatura supôs ter forças independente de Deus; e, por conseguinte, para restaurá-la, Deus deve primeiro ensiná-la que só Ele é soberano, e que todo o vigor da criatura deve fracassar. E é esta a lição que tanto a lei como o evangelho ensinam; pois a lei, provando o homem, demonstra quão vã é a confiança na carne; e o evangelho, revelando Deus, mostra quão seguro é confiar nEle. E o mistério das duas esposas nos ensina o mesmo. Hagar tinha vigor na carne, mas seu descendente não era o herdeiro (Gn 17:20-21). Léia tinha o vigor e o direito na carne, todavia seu filho não se sobressaiu e perdeu a primogenitura (Gn 25:24-34). Penina tinha o vigor na carne, mas não foi nenhum de seus filhos livrou Israel da miséria e da opressão (1 Sm 1:1-8). Por outro lado, toda bênção e honra cabem ao filho da promessa. Isaque pode ter causado risos (Gn 17:17; 18:12), mas foi sobre ele que a casa de Abraão foi estabelecida. José teve a primogenitura (1 Cr 5:2) e, tão logo nasceu, Jacó falou de voltar à sua herança (Gn 30:25), pois "se nós somos filhos, somos logo herdeiros também" (Rm 8:17). Samuel encheu o coração e os lábios de sua mãe com uma canção (1 Sm 2:1-11), e cresceu para levantar Israel do pó, resgatar sua glória das mãos do inimigo, e levantar a pedra de ajuda (Gênesis 49:24-25) no meio do arraial. E todas estas coisas nos ensinam, assim como nos ensinam a lei e o evangelho, que "o homem não prevalecerá pela força" (1 Sm 2:9). Os ricos são despedidos vazios, os arcos dos poderosos são quebrados, o servo pobre é lembrado, e a que era estéril tem sete filhos (1 Sm 2:4-5).

É esta a lição que Deus nos está ensinando; a lição necessária em um mundo como este, onde as criaturas, no seu orgulho, afastaram-se de Deus, na presunção de, em sua própria força, querer parecer Deus. Por esta razão o Senhor Deus continua a dizer sempre: "Não por força nem por violência, mas pelo Meu Espírito" (Zc 4:6).

É este o conflito neste mundo em que vivemos: aquilo que é da carne ou do homem sempre mediu forças com aquilo que é de Deus ou do Espírito, e este conflito nos é exibido desde a mais remota antiguidade; e ainda é assim. A casa das duas esposas, às quais me referi, mostravam isso constantemente. A casa de Abraão assistiu a tudo de uma maneira muito especial. Ali, durante algum tempo, Sara e Hagar habitaram juntas, mas em discórdia e conflito. A família de Jacó mostrava o mesmo. Léia tinha o direito da carne ou do primogênito, mas Raquel era objeto da eleição e da satisfação; e ambas, esposas do mesmo marido, habitavam juntas, mas nunca podiam entrar em acordo. O mesmo havia na casa de Elcana. Penina e Ana eram as Hagar e Sara, as Léia e Raquel - orgulho e provocação da parte de umas, e constante tristeza de coração das outras. Todas essas cenas eram a expressão do modo como a carne persegue o Espírito. A Igreja na Galácia foi um outro cenário do mesmo conflito. E o coração de cada crente é, em certa medida, a mesma coisa. E não há nada que possa sarar a casa, a Igreja, ou o coração, além do fortalecimento da que é livre, deixando-se frutificar, em toda a sua plenitude, a semente de Deus, o espírito de adoção, o princípio de filiação e santa liberdade em nós e entre nós. Ponha Isaque em seu devido lugar, despeça Ismael, e habite em uma casa não dividida. "Estai pois firmes na liberdade com que Cristo nos libertou, e não torneis a meter-vos debaixo do jugo da servidão" (Gl 5:1).

Aqui o Senhor encontra Israel da mesma maneira. Aquele que era nascido da carne perseguia aquela que era nascida do Espírito. A pobre mulher estéril era mais uma vez achada ali, a imunda pecadora, junto com o publicano, fraca e perdida, abandonada à sua própria sorte, agora recebendo a visita graciosa de Deus em todo o Seu poder e amor, mas sofrendo o escárnio e a perseguição daqueles que tinham, segundo julgavam, força em si mesmos - os fariseus, as Hagares, as Peninas daquela época. Era tudo, em princípio, a carne e o Espírito uma vez mais, a escrava e a livre; e esta casa que estamos visitando era uma amostra disso.

Que nossa fé possa ser fortalecida para fazermos jus ao amor de Deus! Esse amor exige nossa confiança plena e alegre. Depositar nEle uma confiança tímida ou desconfiada é tratar indignamente o Seu amor. Que possamos perder todo espírito de medo e escravidão! Que a verdadeira Sara em nossos corações possam gritar, e gritar até prevalecer, "Lança fora a escrava e seu filho" (Gl 4:30). Pois quando o Senhor faz Sua obra, Ele a faz de um modo digno de Si mesmo. Quando Israel saiu do Egito, eles saíram não como se estivessem envergonhados de si mesmos, mas armados e bem supridos (Êxodo 12:36; 13:18). Eles saíram como o exército de Deus devia sair. Nem um cachorro ousava mover sua língua contra eles, e nem havia pessoa alguma fraca em suas tribos. E o mesmo sucede conosco, pecadores tirados de sob o poder das trevas por nosso Redentor. Não é para andarmos com medo e suspeitas, como se mal pudéssemos confiar no braço que nos estava salvando; mas devemos seguir de um modo que mostrará claramente que a obra é dAquele cujo amor é tanto quanto o Seu poder; Aquele que não conhece nem a medida nem o esgotamento de Seus recursos.

Devemos deixar a casa do fariseu para trás, como fez aquela pobre pecadora, sem nos importarmos com o que poderiam dizer as pessoas que estavam ali, mas levando em nossos ouvidos o doce ecoar da voz do Senhor, que continua a falar de paz aos nossos ouvidos e ao nosso coração. Devemos então seguir, como Israel saindo do Egito, como devem seguir os redimidos do Senhor, deixando que a Terra e o inferno saibam, na alegre e perfeita segurança de Sua salvação, que Ele é maior que o mais elevado que possa estar ao nosso redor, e que estamos nos alimentando da comida que saiu "do forte" (Jz 14:14).

J.G.Bellett

(from The Evangelists - Meditations on the Four Gospels, by J. G. Bellett, pg. 215-221)

domingo, 16 de julho de 2017

Quando baixamos o nível de Deus - C. H. Mackintosh

Toda experiência e modo de agir do cristão dependem do lugar que Deus ocupa em seu coração. Em outras palavras, existe uma conexão moral muito forte entre a estima que temos de Deus e nossa conduta. Se nossos pensamentos acerca de Deus forem baixos, também será baixo o padrão do andar cristão; se forem elevados, aí o resultado será correspondente.

Por isso quando os israelitas, ao pé do monte Horebe, transformaram a glória de Deus "na figura de um boi que come erva"(Sl 106:20), as palavras do Senhor a Moisés foram: "O teu povo... se tem corrompido" (ler Êxodo 32:7). Atente bem para estas palavras: "se tem corrompido". Eles nada mais fizeram do que se corromperem a si mesmos, quando baixaram o nível da estima que tinham da dignidade e majestade de Deus a um patamar tão baixo quando imaginar, ainda que por um momento, que Deus fosse como "um boi que come erva".

O ensino de Romanos 1 (ler todo o capítulo) é similar.

Ali o apóstolo, inspirado pelo Espírito, nos mostra que a razão de todas as abominações das nações gentias deve ser buscada no fato de eles "tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus" (ler Romanos 1:21). Por esta razão eles "se têm corrompido". Este é um princípio que acarreta uma vasta influência prática. Se baixamos o nível de Deus, devemos necessariamente baixar nosso próprio nível.

Neste sentido, penso eu, somos levados muito acima e além de toda visão meramente sistemática da verdade, pois não se trata nem um pouco de uma questão de mera doutrina. Não, isso nos leva para dentro dos profundos recessos da alma, a fim de ali ponderarmos, como quem se encontra sob o zeloso escrutínio da vista de Deus, qual a estimativa que nós, como indivíduos, fazemos da Sua Pessoa a cada dia e hora. Não podemos nos negar a aplicar nossas mentes com seriedade a este importante ponto da verdade. A negligência neste sentido irá revelar muito do segredo do baixo nível de nosso andar e de nosso lamentável amortecimento.

Deus não é suficientemente exaltado em nossos pensamentos. Ele não ocupa o lugar supremo em nossas afeições. Não vivemos suficientemente na atmosfera de sua divina benevolência e fidelidade. Nosso estado mental, nossas experiências, nossos serviços, nossos conflitos, nossas dores, nossas fraquezas, tudo isso se interpõe, em grande medida, entre Deus e as nossas almas, obscurecendo aquela luz da Divina face que a tudo perscruta.

Ora, sempre que as nossas próprias coisas nos influenciam de maneira a impedir que desfrutemos daquele calmo, constante e assegurado descanso do coração e da consciência no amor redentor, e da eterna eficácia da obra de expiação, podemos ter a certeza de que estamos descambando para a mera religiosidade e legalismo da natureza humana, ou mergulhando em total mundanismo e mal moral.

Extraído de "Work in its Right Place", C. H. Mackintosh

segunda-feira, 5 de junho de 2017

A VINDA DO SENHOR ESTÁ PRÓXIMA!

"Ora vem Senhor Jesus!"
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A VINDA DO SENHOR ESTÁ PRÓXIMA!

Eu gostaria de tratar da proximidade da vinda do Senhor. Cremos com toda a certeza que o Senhor está vindo muito em breve.

Vamos ler o versículo de introdução em João 14. Esta é a primeira vez que o Senhor anunciou que Ele viria tomar o que era Seu para estar com Ele na casa do Pai. Isso aparece muitas vezes depois nas Escrituras, mas esta é a primeira vez que o próprio Senhor apresenta esse assunto maravilhoso. João 14:1: "Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito, pois vou preparar-vos lugar. E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez e vos levarei para mim mesmo, para que, onde eu estiver, estejais vós também". Esta é uma promessa maravilhosa que o Senhor deu a seus discípulos para consolar seus corações. E certamente é um conforto para nossos corações saber que o Senhor está vindo para nos tirar desse mundo corrupto e doente que vivemos. O próprio Senhor colocou esta esperança diante de nós, que Ele irá nos levar para casa.

Agora, a questão que queremos tratar esta tarde não é o fato de que o Senhor virá, porque temos sua própria palavra prometendo isso. Nossa pergunta é, quando? Quando ele virá? E a resposta que eu quero lhe dar das escrituras é esta: muito, muito em breve! Agora, eu não quero simplesmente dizer, como um pressentimento que tenho ou alguma ideia de alguns teólogos. Não, querermos mostrar nas escrituras como sabemos que o Senhor está vindo muito, muito em breve. Quero examinar quatro passagens diferentes das Escrituras que nos mostram esse fato impressionante, que o retorno do Senhor é iminente.

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Vejamos Daniel 12 como ponto de partida. Você sabe que o livro de Daniel fala a respeito de profecias e assuntos proféticos; fala sobre a restauração e bênção de Israel no que se chama últimos tempos, últimos dias, fim dos tempos. Mas há algo em Daniel 12 que indicaria a proximidade do retorno do Senhor. Nós não temos o arrebatamento, o Senhor vindo nos levar para o céu no livro de Daniel; no entanto, Daniel descreve o que acontecerá nos últimos dias,  após o arrebatamento. Daniel 12:4 diz: "E tu, Daniel, fecha estas palavras e sela este livro, até ao fim do tempo; muitos correrão de uma parte para outra, e a ciência se multiplicará". Isto descreve a hora do fim, quando Deus se refere a Israel e os abençoa após um tempo de dificuldade. Daniel 12:1 nos diz que haverá um tempo turbulento - a Grande Tribulação - que sabemos, virá sobre este mundo. Sabemos que a Igreja será arrebatada antes da grande tribulação.

Mas o tempo do fim será caracterizado pelas duas coisas mencionadas aqui: (1) muitos correrão de um lado para o outro, e (2) o conhecimento aumentará. Esse foi o caso nos últimos 100-150 anos. Pense nisso! O avanço do conhecimento que aconteceu nos últimos 100-150 anos foi surpreendente. Pense nos computadores que temos e em todos os avanços na ciência e tecnologia médica. Tudo isso é uma prova de que definitivamente estamos nos últimos dias. Pense em como, há milhares de anos, a história do homem avançou, puxando uma carroça com um cavalo, trabalhando com madeira, martelo e coisas assim. E então, de repente, nos últimos 150 anos temos computadores e rádios e todos os outros tipos de aparelhos que você pode imaginar. Pense na ciência médica: agora existe uma câmera tão pequena que vai dentro da corrente sanguínea, dentro de suas veias e tira fotos do que está acontecendo dentro do seu corpo! Essa é uma das mil coisas que eu poderia usar esta tarde para ilustrar os recentes avanços tecnológicos nos últimos 100-150 anos.

Talvez já tenha contado essa história, um dia meu pai voltou para casa da escola e disse a seu pai: "Papai, eu vi carro hoje!" Seu pai disse, "você não viu". Ele não acreditou, e meu pai teve que fazer tudo o que podia para convencer seu pai de que ele tinha visto um carro! Isso foi no tempo do meu pai, o que não faz muito tempo. É incrível pensar que, no tempo da nossa vida, houve tal avanço no conhecimento, na proporção que estamos falando aqui.
Não ignore o comentário em Daniel 12:4: "muitos correrão de uma parte para outra". Este versículo descreve pessoas que atravessam a terra em aviões, indo e vindo, estabelecendo um ritmo de vida incrível. Antes, os dialetos locais eram mais facilmente identificados porque as pessoas não viajavam. Povos viviam a 20 milhas um do outro e falavam diferentes dialetos, porque nunca saiam de onde moravam. Hoje, estamos zigzagueando por todo o país e em todo o mundo! Isso só aconteceu nos últimos anos. Há quanto tempo as companhias aéreas comerciais existem? Acho que logo após a Segunda Guerra Mundial - 1947 ou 1946.

Estamos falando de coisas com as quais temos que nos acostumar neste mundo. Nossos filhos não sabem o que é viver sem computador. É incrível como eles podem operar esses telefones! Meu pai não sabia nada sobre isso. Na verdade, eu não conhecia nada sobre isso e demorei para aprender.

O que caracterizará os últimos dias, quando Deus trabalhará com Israel novamente, é que esse conhecimento será amplamente aumentado e os homens estarão correndo por todo o mundo com meios de transporte mais sofisticados. Isso não descreve o nosso dia? Sabemos uma coisa desta passagem: estamos perto do fim dos tempos e sabemos que o Senhor virá para nós antes disso. O que isso nos diz? Que estamos muito perto do momento em que o Senhor vai descer com alarido e nos chamar a todos para o arrebatamento como lemos em 1 Tessalonicenses 4.

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Mas há outras indicações da proximidade da vinda do Senhor. Mateus 25:1-13: "Então, o Reino dos céus será semelhante a dez virgens que, tomando as suas lâmpadas, saíram ao encontro do esposo. E cinco delas eram prudentes, e cinco, loucas. As loucas, tomando as suas lâmpadas, não levaram azeite consigo. Mas as prudentes levaram azeite em suas vasilhas, com as suas lâmpadas. E, tardando o esposo, tosquenejaram todas e adormeceram. Mas, à meia-noite, ouviu-se um clamor: Aí vem o esposo! Saí-lhe ao encontro! Então, todas aquelas virgens se levantaram e prepararam as suas lâmpadas. E as loucas disseram às prudentes: Dai-nos do vosso azeite, porque as nossas lâmpadas se apagam. Mas as prudentes responderam, dizendo: Não seja caso que nos falte a nós e a vós; ide, antes, aos que o vendem e comprai-o para vós. E, tendo elas ido comprá-lo, chegou o esposo, e as que estavam preparadas entraram com ele para as bodas, e fechou-se a porta. E, depois, chegaram também as outras virgens, dizendo: Senhor, senhor, abre-nos a porta! E ele, respondendo, disse: Em verdade vos digo que vos não conheço. Vigiai, pois, porque não sabeis o Dia nem a hora em que o Filho do Homem há de vir". As últimas cinco ou seis palavras não deveriam estar aqui, sobre a vinda do Filho do homem. O assunto aqui é a chegada do Noivo, não a vinda do Filho do homem. Na tradução de Darby as últimas seis palavras desse versículo 13 foram omitidas. Deve-se ler, "você não sabe nem o dia nem a hora", ponto.

A semelhança do reino nos mostra quatro etapas na história da profissão cristã. Aqui temos uma pequena figura da profissão cristã. A primeira etapa começa quando diz que todas "saíram". Dez virgens saíram com suas lâmpadas para encontrar o noivo. Isso marca a postura original da Igreja nos primeiros dias, no tempo dos apóstolos. Eles eram separados de tudo, fosse secular ou religioso, que era inconsistente com a santidade de Deus. Eles saíram com um propósito, para esperar o noivo que viria.

Mas então descobrimos que cinco delas eram loucas e cinco eram prudentes. Em outras palavras, a profissão cristã foi misturada com crentes verdadeiros e os meramente professos, e desde então tem havido uma mistura. Eu gosto de chamar isso de "profissão cristã" porque envolve mais do que apenas a Igreja, e inclui aqueles que professam ser crentes e aqueles que realmente são. Mas diz aqui que "tardando o esposo, tosquenejaram todas e adormeceram". Esta é a segunda fase da história da profissão cristã. Pouco depois dos dias dos apóstolos, a igreja perdeu de vista o fato de que o Senhor, o noivo, estava vindo, e adormeceram para essa verdade. Esta foi uma condição que permeou a profissão cristã por 1.500 anos – de qualquer maneira, mais de 1.000 anos. As pessoas não tinham ideia de que o Senhor viria para levá-las para casa como lemos em João 14. Elas conheciam pelas Escrituras sobre a aparição de Cristo para juízo, mas não tinham ideia do arrebatamento. Parece que foi riscada das mentes da chamada Igreja naquela época. Tomada de sono, dormiu. Isso leva a uma cena noturna e traz diante de nós a ideia da Idade das Trevas, que durou muitos séculos.

A terceira etapa na história da profissão cristã é o que lemos no versículo 6: "à meia-noite, ouviu-se um clamor: Aí vem o esposo! Saí-lhe ao encontro!". Naquela época, na profissão cristã, tomou-se consciência do fato de que o Senhor estava vindo. Qualquer um que entenda a história da profissão cristã sabe que esse grito da meia-noite aconteceu há cerca de 150 anos, em meados dos anos 1800, quando os irmãos cavaram na Escritura e aprenderam, comparando a profecia e as Escrituras do Novo Testamento, que o Senhor estava vindo, Que o arrebatamento estava prestes a acontecer. Houve um clamor e a profissão cristã tomou conhecimento no século 19 da volta do Senhor, como lemos em João 14: "virei outra vez e vos levarei para Mim mesmo".

"Aí vem o esposo". Foi-me dito que a próxima palavra "vem" não deveria estar no versículo 6. Os tradutores a colocaram lá para nos ajudar a vê-la como um evento, mas é mais do que um evento. Deus trata a vinda do Senhor diante das almas, não apenas como um evento profético no calendário de eventos que acontecerá na profecia (embora seja isso), mas que nossos corações seriam ocupados com a Pessoa que está vindo. Nosso Noivo está vindo para nós - é Ele! Então, deveria ser: "Eis o noivo".

O grande resultado no ministério cristão do conhecimento da vinda do Senhor foi a apresentação de Cristo. Foi o ministério que apresentou Cristo aos que escutaram e escutarão, e teve um grande efeito. “Saí-lhe ao encontro!". Havia um retorno ao estado original do início da Igreja, que era separada de tudo o que é secular e religioso. Isso existia na profissão cristã no século 19. Qualquer pessoa que conheça um pouco a história da Igreja é capaz de identificar isso; Houve uma grande agitação na profissão cristã sobre este grande fato de que o Noivo logo viria.

A quarta etapa está no versículo 10: "veio o noivo". Este evento encerra a dispensação e fecha o presente dia da graça. Refere-se ao arrebatamento - a vinda do Senhor - veio o Noivo. Os que estão prontos irão, os que não estão serão deixados de fora. Entre o clamor da meia-noite e o retorno do noivo, vemos que houve muita comoção. Isso nos fala da comoção que tem estado na profissão cristã nos últimos 100 anos. Todo mundo anda por aí buscando óleo – com foco mais no Espírito de Deus do que no próprio Senhor. As virgens sábias dizem: "ide... e comprai". Esta é a ideia do trabalho do evangelho. O trabalho do evangelho aumentou por causa do entendimento que o Senhor está vindo. Agradecemos a Deus por todo homem que prega o Evangelho e toda mulher que prega o Evangelho. Isso mostra que vocês percebem que o Senhor está chegando e há uma urgência nisso.

A quarta etapa, então, como eu disse, acontece quando o noivo vem e as virgens entram com ele para as bodas e a porta é fechada. O grito da meia-noite que alarmou a profissão cristã e despertou a profissão cristã para o fato de que o Senhor estava vindo, aconteceu há 170 anos, e o Senhor ainda não chegou! O que isso nos diz? Isso nos diz uma coisa: devemos estar muito perto, porque Ele cumpre Sua promessa! Ele não seria Deus se Ele não cumprisse Sua promessa. Nós sabemos que Ele está vindo, nós simplesmente não sabemos o momento. Mas nós sabemos quando - é muito, muito em breve.

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Outra indicação aparece em Apocalipse 3, quando o Senhor trata da Igreja em Laodicéia. Isso aconteceu na profissão cristã logo após o despertar pelo clamor da meia-noite. Apocalipse 3:14-17: "E ao anjo da igreja que está em Laodicéia escreve: Isto diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus. Eu sei as tuas obras, que nem és frio nem quente. Tomara que foras frio ou quente! Assim, porque és morno e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca. Como dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu". A condição da igreja de Laodicéia é outro sinal de que sabemos que a vinda do Senhor está muito próxima. Dizemos isso, porque nesses dois capítulos (Apocalipse 2 e 3) temos as sete igrejas mencionadas. Como você sabe, cada uma delas representa um estágio distinto na história da Igreja que é facilmente identificável agora nos dias em que vivemos.

O que encontramos aqui na Igreja de Laodicéia é uma indiferença incrível com Cristo, e uma incrível ignorância quanto à verdadeira condição da Igreja, seu próprio estado. Ela acha que  está enriquecida com toda riqueza espiritual, e não faz ideia de que ela está espiritualmente destituída, nua, miserável e cega. Ela nem tem as coisas mais elementares, como o ouro. Ela nega categoricamente o fato de que a profissão cristã está em ruína; esta é uma atitude que caracteriza o dia em que vivemos. O que restou da recuperação da verdade, dada à igreja no século 19, é uma indiferença em relação a tudo que tinha sido recuperado. A profissão cristã, particularmente o lado evangélico da profissão cristã, é marcada por essas duas coisas: (1) indiferença a Cristo e (2) ignorância do nosso verdadeiro estado coletivo. Laodicéia ostenta, acha que tudo está bem e bom, tudo certo; é uma negação absoluta da ruína da Igreja.

Ao olhar para a profissão cristã, podemos ver que somos uma parte desta condição generalizada de indiferença para as reivindicações de Cristo. O que marca a condição de Laodicéia é ter algum conhecimento da verdade que foi recuperado nos tempos de Filadélfia, mas essa verdade não tem efeito moral ou espiritual sobre a vida dela. Não há melhor exemplo disso do que a própria verdade que estamos mostrando esta tarde: a vinda do Senhor. "O Senhor está vindo!" você pode contar a alguém. Eles respondem: "Sim, eu sei que o Senhor está vindo. Não, isso não muda nada na minha vida. Faço tudo o que quero fazer no Dia do Senhor, e coloco meus interesses em primeiro lugar. Ele está vindo, posso dizer os versículos, mas isso não significa nada para mim". Essa é a condição de Laodicéia, e é isso que caracteriza a profissão cristã em geral.

Precisamos perceber que esta condição é a última etapa que a Igreja experimentará antes que o Senhor venha. Lembre-se, existem apenas sete estágios, e este é o sétimo e final. Se estamos nesse sétimo estágio agora – e definitivamente estamos - o que está por vir? Nada além do Senhor e Seu clamor. É interessante ver que o Espírito estava falando nos capítulos 1, 2 e 3 de Apocalipse para as igrejas. Depois disso, Ele nunca mais fala com as Igrejas. Por quê? Porque a Igreja, depois do capítulo 3, é vista como tendo ido para o céu. Do capítulo 4 em diante, não lemos nada sobre a Igreja até o fim, quando ela sai do céu com o Senhor, no capítulo 19, a noiva e esposa do próprio Cordeiro. Estamos chegando muito perto do fim, quando virá o Senhor com Seu clamor, porque a profissão cristã foi marcada pelo Laodiceanismo há quase 150 anos. Não foi muito tempo depois que a verdade foi recuperada nos tempos de Filadélfia que este estágio final começou.

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Finalmente, vamos voltar para Mateus 14, outra passagem que aponta para o fato de que a vinda do Senhor está muito próxima. Esta história é outra imagem que ilustra a história da profissão cristã em relação à vinda do Senhor. Nos versículos 15 a 21, temos o Senhor reunindo pessoas no deserto e alimentando-as. Antes disso, Ele estava curando, abençoando e fazendo todos os tipos de obras que caracterizam o mundo por vir, que são chamados de poderes do mundo vindouro. O alimento para os 5.000 é o único milagre que se encontra nos quatro Evangelhos. Ele ilustra o ministério terrenal do Senhor Jesus quando Ele esteve aqui. Em todos os casos, é significativo e interessante que, quando alimentou os 5.000 com este milagre incrível, todos comeram, se fartaram e disseram... nada. Eles não O agradeceram por isso, eles não apreciaram. Em todos os quatro relatos desse milagre, ninguém O agradeceu, ninguém O agradeceu por isso, ninguém disse: "Você deve ser o Messias, vamos aceitá-lo e recebê-lo agora". Nem uma palavra! Isso nos mostra que Ele foi rejeitado. Não significava nada para eles, não os movia. E então, imediatamente, a cena muda.

Encontramos, então, a partir do versículo 22 em diante que Jesus constrangeu seus discípulos a entrar num barco e a ir para o outro lado, enquanto Ele enviou as multidões para longe. Ele despede a multidão que acabou de alimentar, que não tinha apreciação pelo que Ele fez. Esta é uma imagem dEle deixando Israel de lado por um tempo. Os discípulos, uma figura do remanescente da nação, ele coloca em um testemunho completamente novo - o barco - e eles são enviados através do mar. Isso retrata a jornada da Igreja como testemunho através deste mundo para o outro lado da margem. Quando Ele despediu as multidões, é interessante que o Senhor não se junta imediatamente aos discípulos no barco. Primeiro, Ele vai para uma montanha, que retrata Sua ascensão ao céu. Ele não vai lá para se distrair, Ele vai lá para orar! Esta é a oração sacerdotal intercessora do Senhor Jesus, enquanto o povo Dele - a Igreja - está naquele barco atravessando o mar para o outro lado. Ele ora lá sozinho.

No versículo 25, à quarta vigília da noite, o Senhor começa a caminhar no mar, e Ele vai até eles. A quarta vigília é a última antes do amanhecer. Isso está perto do fim do tempo da ausência do Senhor durante a noite. Os discípulos O veem caminhar sobre o mar, ficam assustados e gritam (versículo 26). Isso é como o clamor da meia-noite na história das dez virgens. Eles podem ver o Senhor chegar! Novamente, isso é algo que tem ocorrido historicamente na história da Igreja há cerca de 150 anos.

Então o Senhor Jesus diz: "tende bom ânimo, sou eu; não temais". Algo motiva Pedro a sair do barco. Ele estava tão absorto com o fato de que o Senhor estava vindo que ele saiu do barco e caminhou, somente onde a fé pode andar, para o Senhor. Foi o que aconteceu quando a Igreja aprendeu sobre a vinda do Senhor. Como resultado, um testemunho remanescente separou - e afastou - o denominacionalismo e todo apoio oficial que poderia haver, caminhando apenas onde a fé podia andar. Isso aconteceu há 150 anos, em meados do século 19, quando houve aqueles que se separaram do denominacionalismo, da ordem e do formalismo oficial da igreja e caminharam onde somente a fé pode caminhar. Não tinham nada para se apoiar, mas confiaram no Espírito de Deus para todas as coisas relativas à adoração e ao ministério.

É um testemunho remanescente. Não estou dizendo que os santos reunidos sejam o remanescente, eles simplesmente representam uma posição no testemunho cristão de um testemunho remanescente e estão onde todo o remanescente - todo verdadeiro crente - deveria estar. O testemunho remanescente foi estabelecido naqueles dias em meados do século 19. O Senhor disse a Pedro para sair do barco e caminhar na água, ele não estava agindo em desobediência ou tentando a Deus. "Vem", disse o Senhor (versículo 29), Pedro desceu e foi para onde o Senhor estava caminhando para encontrá-lo. Ele estava tão absorto com a vinda do Senhor que nem percebeu que estava caminhando sobre a água! Incrível.

Mas esse não é o fim da história. Pedro tirou os olhos do Senhor e começou a afundar. Muitas vezes dissemos que ele tentou continuar o que estava fazendo, mas sem olhar para o Senhor. Ele descobriu que não poderia fazê-lo. Da mesma forma, aqueles que fazem parte do testemunho remanescente perderam de vista o Senhor. E ainda estamos tentando continuar fazendo as coisas que sempre fizemos, mas não está funcionando. Não está funcionando e vamos afundar! O testemunho remanescente está começando a afundar. Mas não se desanime com esse fato, de olharmos ao redor e vermos Pedro afundando. Porque quando Pedro começou a afundar, ele clamou: "Senhor, salva-me", e imediatamente o Senhor estava lá para pegá-lo. Isso nos faz pensar na chegada do Senhor e no fim da nossa jornada aqui.

Você viu Pedro afundando? Sim. Isso o desencoraja? Não deixe que isso o desencoraje, porque isso significa que o Senhor deve estar vindo e devemos estar no final da jornada! Se você vir Pedro afundando, então você sabe que o Senhor está vindo. Ele poderia estar aqui esta tarde, porque Pedro está afundando. Mas é bom lembrar que Pedro não se afoga. O testemunho remanescente não se afogará, não será submerso, mas está afundando. Isso significa algo para o meu coração: o Senhor está próximo. O Senhor está perto! O Senhor está chegando. Você está pronto?

Não é hora de desistir. Não é hora de se desviar. É hora de esperar e aguentar. F.B. Hole disse em um de seus livros (eu acho que o que diz respeito a Hebreus), ele nos pediu para imaginar um irmão que estivesse tendo dificuldade em se identificar com o testemunho remanescente reunido ao nome do Senhor. Ele estaria perdendo a energia e querendo desistir. Sem esperança e tão desencorajado, ele não tinha energia para continuar. Ele sabia que deveria continuar, então ele ficou lá mais algumas semanas. Assim ele foi, semana a semana. Finalmente, ele não aguentou mais. Ele disse aos irmãos que queria sair da comunhão e não mais seguiria esse caminho. Era difícil e desanimador demais. No dia seguinte, o Senhor chegou. O Sr. Hole disse: "O que você acha que o homem deve ter sentido de si mesmo?" Apocalipse 3:11 nos diz: "guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa". Ele teria perdido a coroa que ele poderia ter tido, porque ele partiu no último minuto. O que ele teria sentido? "Por que não poderia ter ficado apenas mais uma semana?"

O Senhor está vindo. Ele está muito, muito perto. Vemos Pedro afundando por todos os lados, mas não vamos desanimar, vamos nos encorajar. "Eis que venho sem demora!"

Bruce Anstey

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