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Mostrando postagens de Fevereiro, 2014

Peixes

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Chegamos à última parábola do capítulo 13 de Mateus. Aqui uma rede é lançada ao mar e apanha todo tipo de peixe. Os pescadores, identificados como sendo os anjos, fazem a separação dos peixes bons e ruins antes de lançar estes últimos na fornalha.
Quando diz que há peixes bons e ruins, isso não tem a ver com as coisas que os peixes fizeram, com suas boas ações e más ações. Por acaso você conhece algum peixe ruim no sentido de malvado, ou um peixe bom no sentido de honesto? Peixes são o que são.
Não são pessoas boas que vão para o céu, mas pecadores perdoados e purificados graças ao sacrifício de Cristo na cruz. Deus transforma pecadores em salvos, como se transformasse peixes ruins em bons dando eles uma nova natureza. Digamos que antes de crer em Jesus você fosse uma sardinha podre e fedida, e agora é um salmão vivo e vibrante. A idéia é essa.
Esta parábola também mostra que no reino dos céus há falsos e verdadeiros convivendo lado a lado. Portanto não confie em tudo o que traz o nome d…

A pérola

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À semelhança da parábola do tesouro escondido, a da pérola de grande valor é breve, porém igualmente significativa. Trata-se de um negociante que encontra uma pérola caríssima e decide vender tudo para ficar com ela. Precisa dizer quem é o negociante?
Mais uma vez você irá encontrar pessoas invertendo a interpretação e aplicando a figura do negociante ao pecador que encontra as boas novas do evangelho e abre mão de tudo para ficar com Jesus. Ok, vamos supor que seja assim analisando alguns que tiveram um encontro com Jesus nos próprios evangelhos.
Há um cego de nascença que abriu mão de sua cegueira, um leproso que abriu mão de sua lepra e até um ladrão condenado que abriu mão dos cravos que o pregavam a uma cruz. Não me parece que ser cego, leproso e condenado à morte seja exatamente o que consideramos um negociante bem sucedido, não é mesmo?
Agora imagine alguém que, sendo Deus, não fez disso uma limitação para esvaziar-se, se tornar um servo e assumir a semelhança dos homens, suas cri…

O tesouro

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Na parábola anterior a mulher introduz fermento na massa. Será coincidência encontrarmos em Apocalipse a figura de uma mulher a corromper e negociar almas? Creio que não. O apóstolo João diz ter ficado surpreso quando a viu. Talvez esperasse ver a noiva, a igreja, como a que veria mais à frente, mas o que viu foi a meretriz, Babilônia.
Aqui o reino dos céus é comparado a um tesouro escondido em um campo. Se você já aprendeu que o campo é uma figura do mundo, quem poder ser esse que vende tudo para ficar com o tesouro? O mesmo que saiu a semear a semente no campo nas duas primeiras parábolas: Jesus.
Outros interpretam de outras maneiras. Alguns dizem que o tesouro é o evangelho, outros que o tesouro é Cristo, dando a entender em ambos os casos que somos nós que vendemos tudo para ficar com esse tesouro. Mas será que você realmente acredita ter algo para dar a fim de ter Jesus.
E se eu não tenho nada, se sou um miserável pecador perdido, o que vou vender para poder desfrutar de Jesus? Em I…

O fermento

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Depois de apontar que o crescimento da cristandade trouxe para seus ramos as mesmas aves que arrebatam a verdadeira semente que o semeador semeou, a parábola seguinte também fala de crescimento, ou mais precisamente da origem desse crescimento.
Antes que você acredite no que dizem alguns teólogos, que o fermento nesta parábola é o evangelho que faz o cristianismo crescer no mundo, faça uma busca pela palavra "fermento" em www.bibliaonline.com.br. Em toda a Bíblia o fermento aparece como má doutrina ou má conduta. Nunca é algo positivo.
Na parábola da semente de mostarda o reino dos céus é grande e influenciado pelas aves que vêm de fora. Nesta parábola a massa é corrompida pelo fermento que vem de dentro. No capítulo 20 de Atos o apóstolo Paulo adverte os cristãos de Éfeso que o rebanho seria assolado por lobos, de fora para dentro, e que do meio deles surgiriam homens distorcendo a Palavra de Deus e gerando destruição de dentro para fora.
A massa é a matéria prima para fazer p…

A semente de mostarda

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Nas duas outras parábolas ficou claro que o semeador é Jesus e que o seu campo é o mundo. O significado da semente variava: na primeira era a Palavra de Deus e na outra eram as pessoas. Agora a semente é de mostarda e a ênfase é colocada na planta que ela produz.
O reino dos céus começou tão pequeno quanto a menor de todas as sementes. Quem imaginaria que as crenças de um punhado de jovens de classe média liderados por um carpinteiro seriam adotadas por mais de um terço da população da Terra? Hoje mais de 2 bilhões de pessoas se dizem cristãs.
Aquela minúscula semente virou uma árvore grande o suficiente para as aves virem morar nela. Você já sabe quem é o semeador, o que é o campo, a semente e a árvore. E as aves? Quando quiser saber o significado de algo na Bíblia, pergunte à Bíblia.
No primeiro livro da Bíblia, Gênesis, você encontra uma serpente no jardim do Éden iludindo Adão e Eva. No último, Apocalipse, você lê sobre "o dragão, a antiga serpente, que é o diabo, Satanás".…

Trigo e joio

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O mesmo semeador - Jesus - volta a semear. Na outra parábola a semente é uma só, a Palavra de Deus, mas os solos são diferentes e dão resultados tanto falsos como verdadeiros.
Agora o semeador semeia uma semente que revela ser trigo, e o inimigo planta uma erva daninha muito parecida com o trigo. Estamos falando daqueles que são verdadeiros e falsos na esfera do reino dos céus.
O reino dos céus não é a igreja, mas a esfera dos que professam crer em Jesus, sejam eles genuínos ou não. A igreja não existia quando Jesus contou esta parábola, e só seria formada após sua morte e ressurreição. Leia o capítulo 2 de Atos para entender.
No campo, que é o mundo, há falsos e verdadeiros, mas na igreja, que é o corpo de Cristo, o conjunto dos que foram salvos por ele, todos são genuínos. Quando falo "igreja" não estou falando das organizações ou denominações que os homens chamam de "igrejas". Nelas são as próprias pessoas que se tornam membros. No corpo de Cristo é ele próprio que…

O semeador

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A primeira parábola do capítulo 13 de Mateus fala do semeador que é Jesus, da semente que é a sua Palavra e dos diferentes tipos de solo, ou as pessoas que entram em contato com ela. Qual destes solos é você?
A primeira semente cai à beira do caminho, um solo continuamente compactado pelas pessoas. Se você se considera o cidadão comum, que é influenciado por estatísticas e guiado pela opinião pública, este solo é você.
É o solo humanista, que adora o homem em lugar de seu Criador. A Palavra de Deus não encontra lugar nesse tipo de solo e logo a semente é arrebatada pelas aves, que aqui representam Satanás.
A próxima semente cai em solo pedregoso, com terra suficiente para germinar, mas não para criar raízes. Logo é queimada pelo sol. Este é o que recebe a Palavra com empolgação, sem convicção de pecado, como se fosse mais uma técnica de auto-ajuda. Qualquer tribulação ou perseguição põe fim à festa.
Jesus nunca prometeu uma vida fácil, e basta ver a vida que ele ou seus discípulos levava…

Parábolas

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Na última postagem vimos uma mudança radical no ministério de Jesus. Ao ser rejeitado pelos judeus, ele estabelece as novas bases do seu relacionamento com as pessoas.
Não seriam mais levados em conta os laços naturais, como os que tinha com sua mãe e irmãos, e nem os laços nacionais, com seu povo de Israel. O que agora importava eram os laços de obediência daqueles que se convertiam em discípulos de Jesus.
Jesus sai de casa - e o significado é este mesmo - para falar às multidões em geral e aos discípulos em particular. Por isso fala em parábolas.
Parábolas são histórias com um ensino agregado. Jesus ensina que tudo o que dissesse por parábolas seria entendido completamente por seus discípulos, mas apenas parcialmente pela multidão.
A multidão representa quem vai atrás de Jesus por curiosidade ou em busca de cura, sustento e bens materiais, que ouve as palavras de Jesus sem entender o que ele diz. Para os discípulos ele reserva um encontro privativo, separado da multidão, para explicar…

A família de Jesus

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Os religiosos judeus duvidam de Jesus pedindo a ele um sinal. Mas não era só deles que vinha a rejeição. Seus próprios irmãos não criam nele. O evangelho de Marcos 3:21 mostra que, enquanto Jesus conversava com os fariseus, seus irmãos estavam a caminho para falar com ele, pois achavam que ele havia enlouquecido. Alguém o avisa de que sua mãe e seus irmãos estão lá fora querendo falar com ele.
"Quem é minha mãe?", pergunta ele. "E quem são meus irmãos?" Então ele aponta para seus discípulos e diz: "Aqui estão minha mãe e meus irmãos! Pois quem faz a vontade de meu Pai que está nos céus, este é meu irmão, irmã e mãe".
O incidente é emblemático e marca uma virada no ministério de Jesus em relação a Israel. Sua mãe e seus irmãos representam sua ligação natural com seu povo, para o qual ele vinha até aqui dirigindo quase que exclusivamente seu ministério. Os fariseus o acusam de ser movido pelo espírito de Satanás. Sua família acha que enlouqueceu. No evangelho…

Sinais

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Depois de todos os milagres que tinham visto os fariseus têm a audácia de pedir que Jesus faça mais um para eles crêem. Deus não se agrada de quem pede um sinal para poder crer. A fé não vem de ver, mas de ouvir a Palavra de Deus. A fé é a certeza das coisas que não se vêem. Quando você confia em alguém, basta a palavra dessa pessoa.
Quando Tomé reconheceu que estava diante de Jesus ressuscitado, ele disse a Tomé: "Porque você me viu, você creu? Felizes os que creram sem ver". Séculos de sinais e milagres operados por Deus entre o povo de Israel não serviram para mudar o coração de um povo incrédulo. Jesus os chama de geração má e adúltera, porque não queriam reconhecer seu Messias e eram infiéis a Deus.
Ele diz que único sinal que precisavam já tinha sido dado: Jonas saindo vivo do ventre do grande peixe, uma alusão à morte e ressurreição de Jesus que estava para ocorrer. Jonas tinha sido lançado no mar da morte para que os outros tripulantes do barco fossem salvos e passou t…

Raça de víboras

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Apesar de testemunharem tudo o que Jesus vinha fazendo de bom, como expulsar demônios, curar enfermos e ressuscitar mortos, os fariseus pecavam contra o Espírito Santo ao atribuir tudo aquilo ao poder de Satanás. Consideravam o próprio Jesus um possesso.
As palavras deles apenas expressavam que aquilo que existe no coração do homem: inimizade contra Deus. Onde foi que isso começou? No jardim do Éden, quando o homem quis fazer a sua vontade. Onde continua essa inimizade? No meu coração e no seu, sempre que queremos fazer nossa própria vontade e não a vontade de Deus. Ao perder a aprovação de Deus lá no Éden, agora buscamos desesperadamente por aprovação de Deus e dos homens com base em nossas próprias obras, comportamento, religião etc.
Jesus os chama os fariseus de raça de víboras. Assim como eles somos todos fruto do mesmo engano de Satanás travestido de serpente. Nossa boca é a expressão do que trazemos no coração. Se você crê em Jesus, se traz a Palavra de Deus no coração, irá exaltá…

O pecado sem perdão

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Na última postagem ficou claro o contraste entre a religião do homem e a compaixão de Deus. Agora os fariseus adotam uma posição de oposição declarada a Jesus. Eles afirmam que Jesus estava possesso de demônio e que era pelo poder de Belzebu, o príncipe dos demônios, que expulsava os demônios.
Jesus apela para a lógica. Uma casa dividida contra si mesma não dura muito. Se Satanás expulsa Satanás, está lutando contra si mesmo. E se a idéia dos fariseus estivesse correta, o mesmo eles teriam de dizer dos exorcistas que havia entre eles. Na tentativa de negar o poder de Jesus, eles acabavam incriminando a si próprios.
O que Jesus estava fazendo era parte de um processo que incluía entrar na casa do valente Satanás, amarrá-lo e então saquear os seus bens. Primeiro Jesus demonstrava o seu poder sobre Satanás invadindo a própria esfera de sua atuação, este mundo, e limitando seus movimentos. Depois, na cruz, iria desferir o golpe mortal: esmagar a cabeça da serpente, como tinha sido prometido…

Invejosos religiosos

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Jesus é apresentado como o Messias, mas no caráter de um servo, algo que nenhum judeu esperava. Agora, ao curar um endemoninhado cego e mudo, os leigos passam a considerar seriamente a possibilidade de ele ser o filho de Davi, um dos títulos dados ao Messias. O clero, porém, não podia admitir isso.
Enquanto hipocrisia é você querer parecer o que não é, inveja é querer ser quem você não é ou ter o que você não tem. O pecado de Adão foi uma forma de inveja, quando ele quis ser como Deus. Satanás, na forma de serpente, disse a Eva: "Vocês serão como Deus". O próprio Satanás já tinha sido expulso da presença de Deus por querer se igual a Deus.
A religião transforma você em um hipócrita, ao exigir que você viva segundo um padrão que é incapaz de atingir. Aí você finge ser uma boa pessoa e passa a desdenhar daqueles que não rezam pela mesma cartilha. Aqueles clérigos judeus eram assim.
Além disso, a religião transforma você num invejoso, do mesmo modo como aconteceu com os fariseus.…

Jesus no meio

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"Onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles" 
Mt 18:20
Ao se colocar no meio de seus discípulos reunidos, Jesus lhes ensina uma lição. Em breve ele subiria ao céu e eles não poderiam mais contar com sua presença física e palpável como nesta reunião. Mas mesmo assim eles não deixariam de contar com sua presença em seu meio. Afinal, ele prometeu: "Onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles" (Mt 18:20).
Embora algumas versões modernas tragam "onde dois ou três se reunirem em meu nome", esta não é a forma correta. Dizer que "as laranjas se reuniram sobre a mesa" não é o mesmo que dizer que "as laranjas estão reunidas sobre a mesa". No primeiro caso, as laranjas têm em si algum poder ou iniciativa. No segundo, algo ou alguém reuniu as laranjas, seja a cesta ou o dono da casa.
As pessoas na grande maioria dos agrupamentos cristãos de hoje "se reúnem", isto é, se organiza…

Teremos cicatrizes no céu?

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Só um terá cicatrizes no céu.: Nosso bendito Senhor Jesus! As mesmas marcas que nos fizemos nas suas mãos, pés e no Seu lado, nos as veremos como os discípulos as viram após a ressurreição. Mas nenhum daqueles que foram salvos por Ele terá cicatrizes. Todos estarão devidamente ressuscitados ou transformados em um corpo glorioso, sem qualquer ligação com seu passado na Terra.
É interessante que o Cordeiro visto em Apocalipse é um "como que foi morto". A marca da morte estará eternamente associada ao Cordeiro que morreu para nos resgatar. E desfrutaremos mais do conhecimento dessa tremenda obra que Ele cumpriu se entendermos que ela foi feita primeiramente para Deus. Somos beneficiados por ela, mas a glória de Deus foi a razão primeira da morte do Cordeiro. Ele é o Cordeiro que tira "o pecado" (singular) do mundo antes de ser o que leva "os pecados" (plural) dos salvos.
Penso assim por causa da cena quando o Senhor apareceu para os discípulos, já com Seu corp…

As razões de Deus

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Por pertencer à espécie humana, o cego do capítulo 9 do evangelho de João era um pecador, portanto sujeito às imperfeições causadas pelo pecado. Mas por que um nasce cego e outro não? Pensando que sua deficiência fosse resultado direto de algum pecado seu ou de seus pais, a pergunta dos discípulos sugere duas possibilidades.
A primeira é de que ele tivesse pecado antes de nascer, mas a ideia de alguém viver, morrer e reencarnar para se livrar de pecados é claramente descartada na Bíblia. Na carta aos Hebreus diz que "aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo depois o juízo".
A outra possibilidade é que sua deficiência fosse um castigo por algum pecado cometido por seus pais. Em ambos os casos, ou o homem é visto como responsável por um defeito que não poderia ter causado a si mesmo, ou estaria sofrendo pelo pecado cometido por terceiros.
Jesus resolve o enigma afirmando que "nem ele pecou, nem seus pais; mas foi para que nele se manifestem as obras de Deus"…

De quem é a culpa?

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Ao encontrarem o cego de nascença, os discípulos de Jesus tentam descobrir a causa do problema, e erram ao levantarem apenas duas possibilidades. Eles perguntam: "Mestre, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego?".
A origem de um rio é sua nascente, mas a razão de ele correr neste, e não naquele lugar, depende de vários fatores. É simples entender que a origem de todo o sofrimento é o pecado que arruinou a criação, mas não é tão simples assim descobrir por que um sofre e outro não.
Apesar de existirem problemas que são um resultado direto de nossos erros, como bater no poste por dirigir embriagado, é preciso cautela antes de culpar alguém por algum defeito, doença ou desgraça. Ao encontrarmos uma pessoa que sofre, costumamos agir como os três amigos que visitaram Jó em sua tribulação: eles estavam indo muito bem até decidirem abrir a boca.
A interpretação que os três amigos dão para a desgraça de Jó no livro de mesmo nome não representa a sabedoria de Deus, e sim a…

A origem do câncer

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No final de uma notícia na Internet sobre o terremoto do Haiti, um leitor deixou seu comentário: "Se Deus existe, então ele é incompetente". Você já reparou que sempre que algo dá errado tem gente que aponta o dedo para Deus? Os ateus são os que mais gostam de jogar a culpa no Deus que eles afirmam não existir.
Esta prática não é nem um pouco original. Adão foi o primeiro a culpar Deus, por ter lhe dado a mulher que o levaria a pecar. "Foi a mulher que me deste por companheira que me deu do fruto da árvore, e eu comi". Adão insinua que nada daquilo teria acontecido se Deus não tivesse criado sua esposa.
Você já culpou alguém por seus próprios erros? Isso mostra que você é tão pecador quanto Adão. Ah, você nunca erra? Bem, então seu caso é mais grave. Todo profissional de saúde conhece os cinco estágios pelos quais passa um paciente ao receber a notícia de que está com câncer.
Primeiro vem a negação: "Isto não está acontecendo comigo". Em seguida, a raiva: &q…