domingo, 8 de dezembro de 2013

O clamor da meia noite já ocorreu


Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor. Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras. (primeira carta de Paulo aos tessalonicenses, 1Ts 4:17)

O Senhor prometeu, "Na casa de Meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, Eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar. E quando Eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para Mim mesmo, para que onde Eu estiver estejais vós também" (Jo 14:2-3). Ele também declarou: "Certamente cede venho" (Ap 22:20). A esperança apropriada ao cristão é aguardar o Senhor vindo a qualquer memento (1 Ts 1:9-10). O Senhor não revelou uma data especifica de quando Ele iria voltar, para que pudesse haver uma esperança sempre presente para a Igreja ao longo de todo o período de sua jornada na Terra.


O CLAMOR DA MEIA NOITE JÁ OCORREU

Mateus 25:1-13. Nesta passagem das Escrituras temos uma antevisão dispensacional do período da Igreja. Ela mostra que após a Igreja haver recebido a verdade da vinda do Senhor como sendo o Noivo, ela se acomodou neste mundo e caiu no sono (Mt 25:1-5). A esperança da vinda do Senhor foi perdida. Em meio às trevas que predominaram na cristandade por mais de 1.500 anos, Deus começou a despertar a profissão cristã ao sentimento consciente da iminência da vinda do Senhor. Ouviu-se o clamor: "Aí vem o esposo" (Mt 25:6). Este reavivamento da esperança da vinda do Senhor aconteceu há cerca de 150 anos! O fato de já haver passado mais de 150 anos e a Igreja continuar na Terra só nos leva a concluir que "perto está o Senhor" (Fp 4:5).

Mas à meia-noite ouviu-se um clamor: Aí vem o esposo...
- Mt 25:6 -

Fonte: parte do texto de “Dois dias nas escrituras” de Bruce Anstey

Nota de falecimento

Há alguns dias acordei de madrugada com muita falta de ar. Preocupado fiquei sentado na cama testando meus pulmões, respirando profundame...